terça-feira, 29 de setembro de 2009

E a sombra só existe quando brilha alguma luz...

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E assim viu no outono a primavera...
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer.
(...)
Que o verso tem reverso, que o direito tem o avesso.
Que o de graça tem seu preço.
Que a vida tem contrários e a saudade é um lugar que só chega quem amou.
(...)
Que o perto tem distâncias e o esquerdo tem direito.
Que a resposta tem pergunta e o problema, a solução.
E que o amor começa aqui, no contrário que há em mim.
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
(...)
Se já provou alguma dor e assim viu grandeza na miséria, descobriu que é no limite que a vida faz crescer.
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(Desconheço a autoria, mas não deixa de ser intensa e verdadeira cada palavra, cada vírgula.)
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Kamilla

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Os rumos do Jornalismo...

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Olha...
Depois da m* que o Gilmar Mendes fez, eu acho a decisão abaixo, no mínimo, sábia.
E vocês?
(Matéria publicada no Jornal Correio Braziliense de 19/09/09)
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JORNALISMO - Ministério quer curso revigorado
(...)
Comissão do MEC propõe mudanças para valorizar diploma, que não é mais obrigatório para o exercício da profissão
Por Glória Tupinambás
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Mudanças à vista nos cursos de jornalismo de todo o país. Uma comissão chefiada pelo Ministério da Educação (MEC) apresentou ontem, em Brasília, relatório que sugere a obrigatoriedade do estágio supervisionado para os alunos, a separação do jornalismo do curso de graduação em comunicação social nas universidades e o aumento da carga horária de estudos.
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A proposta com as novas diretrizes curriculares será agora avaliada pelo Conselho Nacional de Educação e a expectativa do MEC é de que as alterações sejam aprovadas ainda este ano para começar a vigorar em 2010. O principal objetivo da revisão das regras é valorizar o diploma de jornalista, que deixou de ser obrigatório para o exercício da profissão este ano, depois de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). “A atualização do projeto pedagógico dos cursos de jornalismo vai ajudar a fortalecer a categoria, pois permitirá a formação de profissionais mais competentes e qualificados. Estamos propondo a criação de seis eixos pedagógicos na graduação, para dimensionar melhor a prática dos estudantes. A ideia não é fazer um curso técnico, e sim mais crítico e pragmático”, diz o presidente da Comissão de Especialistas em Ensino de Jornalismo do MEC, José Marques de Melo.
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A proposta é de que o curso continue com quatro anos de duração, mas com carga horária estendida das atuais 2,8 mil para 3,2 mil horas/aula. Desse total, 200 horas devem ser de estágio obrigatório, supervisionado por professores e feito por meio de convênios entre as universidades e empresas de comunicação. Os especialistas também defendem que o jornalismo deixe de ser uma habilitação da área de comunicação, tornando-se uma graduação independente. Segundo relatório do MEC, “a imposição do curso de comunicação social de modelo único, em substituição ao curso de jornalismo, teve consequências prejudiciais para a formação universitária da profissão”.
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As sugestões foram bem aceitas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que acompanhou todo o trabalho da comissão. “As mudanças são positivas. Acredito que a separação entre jornalismo e comunicação social vai fortalecer a carreira, que teve sua importância diluída ao se misturar com publicidade e propaganda e relações públicas. O isolamento vai permitir o estudo mais concentrado das teorias do jornalismo”, afirma o diretor da Fenaj, José Carlos Torves.

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